12.23.2003
filmes... not necessarily in any order!
boondock saints!
pulp fiction...
fight club
moulin rouge (now, i don't really know why, love has lost all its charm!)
snatch
lock stock and two smoking barrels! (a disgrace to criminals everywhere)
ocean's eleven (i just like it... bugger off!)
swept away (também de guy ritchie, com a sua mulher, madonna... brutal, no sentido literal da palavra!)
and many others!
(felt the need to express this...)
pulp fiction...
fight club
moulin rouge (now, i don't really know why, love has lost all its charm!)
snatch
lock stock and two smoking barrels! (a disgrace to criminals everywhere)
ocean's eleven (i just like it... bugger off!)
swept away (também de guy ritchie, com a sua mulher, madonna... brutal, no sentido literal da palavra!)
and many others!
(felt the need to express this...)
12.15.2003
momentos...
'Os que sabem não falam. Os que falam não sabem. O sábio ensina pelos seus actos, não pelas suas palavras.'
ocorre-me agora que talvez não passe mesmo de uma fala-barato! como todos aqueles que insistentemente escrevem nestes cantos, deixam tinta fugir por entre linhas marcadas, e teclam incessantemente numa velha máquina de escrever... não me julgo muito distinta de todos eles neste preciso momento! não passamos de pessoas que falam demais e fazem de-menos... entenda-se, vivemos pouco e falamos demais! E apesar de ainda ontem ter dito a uma amiga, 'vive mais, pensa menos', ocorre-me que a hipocrisia patente nessa frase é absolutamente magnífica! magnificamente ingénua, note-se! a inexistência consciente da minha própria situação torna o simples conceito algo de magnífico, algo de tão doce e ingénuo como o sorriso de uma criança... com a excepção que já passei dessa fase, não sou mais que algo em formação, um algo estranho e complexamente simples... não tenho mais direito à ingenuidade, ao olhar terno e doce, sou um pedaço de algo maior e a ingenuidade não devia fazer mais parte de mim! é essa ingenuidade que faz com que fale demais e viva de-menos... (curiosamente, ao escrever isto, ia tão lançada que escrevi 'fale demais e escreva de-menos') ... como tudo o resto, estranho!
ocorre-me agora que talvez não passe mesmo de uma fala-barato! como todos aqueles que insistentemente escrevem nestes cantos, deixam tinta fugir por entre linhas marcadas, e teclam incessantemente numa velha máquina de escrever... não me julgo muito distinta de todos eles neste preciso momento! não passamos de pessoas que falam demais e fazem de-menos... entenda-se, vivemos pouco e falamos demais! E apesar de ainda ontem ter dito a uma amiga, 'vive mais, pensa menos', ocorre-me que a hipocrisia patente nessa frase é absolutamente magnífica! magnificamente ingénua, note-se! a inexistência consciente da minha própria situação torna o simples conceito algo de magnífico, algo de tão doce e ingénuo como o sorriso de uma criança... com a excepção que já passei dessa fase, não sou mais que algo em formação, um algo estranho e complexamente simples... não tenho mais direito à ingenuidade, ao olhar terno e doce, sou um pedaço de algo maior e a ingenuidade não devia fazer mais parte de mim! é essa ingenuidade que faz com que fale demais e viva de-menos... (curiosamente, ao escrever isto, ia tão lançada que escrevi 'fale demais e escreva de-menos') ... como tudo o resto, estranho!
um outro algo...
às vezes quando uma pessoa dá por ela sente-se atacada por todas aquelas imagens que considerava serem já exteriores. aquelas que outrora lhe tinham dado tanto carinho e calor e agora nada mais eram que pedras colocadas a um canto para servirem de motivo decorativo! é esse o poder de certas coisas na nossa vida... atacam-nos enquanto podem, refugiam-se nos cantos da nossa alma e servem-se da sua força enquanto memória para nos fazer lamentar o momento em que as guardámos naquele canto! por mais segura e calma que me possa sentir, haverá sempre uma altura em que me vou sentir atacada; aquela altura em que tudo me ocorre no mesmo instante, em que imagens passam pela minha mente como um turbilhão de 'non-sense' que para mim tem todo o sentido, todo um amargo sentido! apetece fugir de tudo isso, aquela saída fácil (que cliché terrível!), aquele esconder num recanto escondido (que comédia) dos olhares, de olhares curiosos e intensos, de dramas profundos sem paixão nenhuma... esses olhares e essas conversas tão fúteis... apetece fugir de tudo isso e até de mais! de mais que talvez por ser tão ridiculo não mereça a menção... mas apetece fugir de tudo; tudo aquilo que nos ataca quando estamos deitados, fingindo sonhar mas passando tempo até à hora de rasgar o dia com a nossa presença. aquilo que nos assalta no instante em que baixamos a guarda num café ao fim do dia, sozinha, a ver estranhos passarem... mas não se consegue fugir de memórias! não conseguimos fazer com que elas nos magoem menos, porque são nossas, foram criadas por nós e para nós! e disso, infelizmente, ainda não consigo fugir... terei de continuar a aguentar aqueles momentos de raiva, aqueles segundos de paixão, aquele dia de tormento... mas que apetece, apetece...
algo...
why is it that the shadows of our past tend to creep up on us when we least expect 'em to? whenever ya start to feel safe and warm, they just show up behind you and scare you half to death just to let you know they've always been there... hiding, waiting... 'til the time when you least expect it!